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Presidente da APAT acompanhou a sessão 'Portos 5+: um ano depois'

02 Jul
Joaquim Pocinho defendeu, desde o lançamento do documento 'Portos 5+' que é imperativo progredir, não com palavras apenas mas sim com ações concretas. 
Um ano depois de lançado o programa 'Portos 5+', a Comunidade Portuária de Lisboa criou o evento 'Portos 5+: Um Ano Depois', com o objetivo de refletir sobre a evolução da estratégia governamental para o ecossistema marítimo-portuário nacional e sobre a implementação das diretrizes definidas no documento. Joaquim Pocinho, presidente da Associação dos Transitários de Portugal (APAT), marcou presença na sessão e voltou a acompanhar de perto um tema que é, na sua visão, crucial para o progresso logístico e económico do país. 

O líder da associação dos transitários defendeu, desde o lançamento do documento 'Portos 5+' que é imperativo progredir, não com palavras apenas mas sim com ações concretas. Portugal necessita de apostar numa evolução real que tenha um fio condutor baseado na Intermodalidade, sendo o interface portuário uma das peças-chave para um desenvolvimento económico, empresarial e logístico sustentado. «Esperemos que a aposta assumida no transporte intermodal se concretize», alertava, no arranque de 2026, o presidente da APAT.

Acompanhado do diretor-geral, António Nabo Martins, Joaquim Pocinho assistiu à reflexão, que juntou, no palco, os presidentes das administrações portuárias e o Governo, na pessoa do Secretário de Estado das Infraestruturas, Hugo Espírito Santo. Para o líder da APAT, a aposta estratégica no intermodal é o caminho para a «modernização e crescimento dos portos», sendo 2026 crucial para tais metas. Em entrevista à T&N, Joaquim Pocinho alertava, em Janeiro: as entidades públicas têm de entender «a importância de passar das palavras aos atos».

Segundo reportagem da Transportes & Negócios, que acompanhou de perto a sessão, prevalece «uma visão amplamente partilhada sobre a importância estratégica dos portos para o futuro da economia portuguesa», declarou Pedro Amaral Frazão, presidente da Comunidade Portuária de Lisboa, que também foi outra das figuras de destaque. O responsável, que recentemente sucedeu a Rui Raposo no cargo, sublinhou contudo que «os desafios que temos pela frente são exigentes» e que não há muito mais tempo a perder.

Vítor Caldeirinha, presidente dos portos de Lisboa (APL) e de Setúbal (APSS), subiu também ao púlpito para salientar que a estratégia 'Portos 5+' «deixou de ser apenas uma visão para passar a traduzir-se em projetos concretos, investimento mobilizado e decisões estruturantes para o futuro do setor».

Leia a reportagem do T&N aqui.

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