O evento nascerá de uma estreita cooperação entre a CLF, a APAT, a AET e a Câmara Municipal de Soure, com o alto patrocínio da TMIP. Reserve o dia 15 de Setembro na sua agenda!
Os preparativos decorrem a bom ritmo e as reuniões de trabalho têm vindo a ultimar os detalhes que nos permitem anunciar: 2026 será o ano em que Espanha e Portugal se unem para realizar a 1ª Conferência Ibérica sobre Intermodalidade. O evento nascerá de uma estreita cooperação entre a Comunidade de Logística Ferroviária (CLF), a Associação dos Transitários de Portugal (APAT), a Asociación de Española de Transporte (AET) e a Câmara Municipal de Soure, com o alto patrocínio e contributo da TMIP. Reserve o dia 15 de Setembro na sua agenda!
No passado dia 1 de Julho, as entidades envolvidas neste projeto reuniram-se na Câmara Municipal de Soure para analisar a estrutura do evento e planear os próximos passos. A reunião foi liderada pelo autarca Rui Fernandes, que reconheceu, desde o primeiro momento, o potencial da iniciativa, nascida da colaboração entre a CLF, a APAT e a AET. O presidente da associação espanhola marcou presença na reunião, acompanhado por Antonio Búa (delegado para a região da Galiza). O presidente da CLF, Nabo Martins, também contribuiu para os trabalhos.
A reunião de trabalho contou ainda com a experiência logística de Júlio Tomás, cujo conhecimento da região e das suas valências operacionais aporta valor à proposta do evento: analisar, debater e explorar os contornos da Intermodalidade enquanto fator de competitividade mas também de cooperação e complementaridade, não só entre modos de transporte, mas, também, entre os países vizinhos. A ferrovia será, naturalmente, um dos temas em grande destaque: a chave que pode e deve desbloquear esta futura parceria estratégica.
«Estamos satisfeitos por darmos mais um passo rumo à concretização desta conferência ibérica. Aproximar pessoas e cargas implica construir, em conjunto, estratégias de complementaridade que utilizem o que cada modo de transporte pode oferecer, e o que cada país pode oferecer para esse efeito. Mas é também preciso pensar em conjunto, planear e partilhar objetivos em comum. Só assim poderemos sintonizar Portugal e Espanha numa 'bitola' que é mais conceptual do que física», declarou o presidente da CLF.