No dia 24 de Março, a APAT realizou, na sua sede, a Assembleia Geral Ordinária, que tinha, entre os seus pontos de trabalho, a aprovação do Relatório e Contas 2025 e o Orçamento para 2026.
No passado dia 24 de Março, a Associação dos Transitários de Portugal (APAT) realizou, na sua sede, a Assembleia Geral Ordinária, iniciada às 15h horas e que tinha, entre os seus pontos de trabalho, a aprovação do Relatório e Contas referente a 2025 e o Orçamento Anual para 2026, ambos aprovados pelos associados presentes. A APAT agradeceu a participação associativa e renovou as suas ambições para o futuro.
Na sequência das circulares nº17 e nº19, a APAT lançou a convocatória para a Assembleia Geral Ordinária, que, recorde-se, composta pela seguinte ordem de trabalhos: análise e votação do Relatório e Contas do Exercício de 2025, da proposta de Orçamento para 2026, da proposta de atualização dos valores constantes na tabela de quotas e da proposta de alteração do Regulamento Interno nº1/2013 (Selo de Excelência).
Joaquim Pocinho, presidente da direção da APAT, discursou na abertura dos trabalhos, refletindo sobre trajeto da associação em 2025: um ano duro, pleno de incertezas geopolíticas, desafios internos no setor da Logística e a ascensão do Transitário a ator de mediação e gestão da complexidade logística e internacional, como nunca antes visto. Um papel que ganhará ainda mais força em 2026, assegurou.
«A APAT encarou de frente os vários desafios, foi a voz dos Transitários e muitas vezes a voz de todo um setor. Demos a cara, expusemos as situações e procurámos encontrar soluções» rumo a um ecossistema logístico mais eficiente e competitivo, declarou o líder da APAT, fazendo uma espécie de balanço de 2025 e deixando uma mensagem de ambição renovada para 2026.