«Esperemos que a aposta assumida no transporte intermodal se concretize», vincou o presidente da APAT, Joaquim Pocinho, lembrando que o país deve «passar das palavras aos actos».
Em artigo publicado na revista '
Transportes & Negócios', o presidente da direção da Associação dos Transitários de Portugal (APAT); Joaquim Pocinho, abordou 2025 em retrospectiva e perspectivou os desafios e metas para 2026. Para o líder da associação, este será um ano em que a «ênfase» terá de estar «na criação de portos secos e corredores logísticos», imperativa para criar tráfego e aumentar a produtividade portuária.
Portos 5+ no horizonte e a urgência de uma aposta intermodal
«O ano de 2026 será o ano em que o Portos 5+ entrará na sua fase de implementação. Esperemos que a aposta assumida no transporte intermodal se concretize», escreveu Joaquim Pocinho, vincando que apenas uma abordagem estratégica mais intermodal poderá conduzir à «modernização e crescimento dos portos». A APAT, lembrou, criou, em 2025, a Comunidade Logística Ferroviária (CLF), precisamente para, neste contexto, intensificar «a sua capacidade de iniciativa para influenciar as mudanças necessárias nesta importante temática».
Para o presidente da APAT, restam poucas dúvidas: 2026 terá de ser o ano de uma séria e coerente aposta em portos secos e corredores logísticos, criando-se uma rede nacional capaz de complementaridades estratégicas entre modos de transporte de modo a tornar as operações mais eficientes. Tratam-se de «medidas indispensáveis ao aumento do tráfego e produtividades dos portos nacionais», salientou, deixando, às entidades públicas, um repto: que «entendam a importância de passar das palavras aos actos».
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