«Fazer pilotos, de forma muito rápida; prototipagem rápida; a partir daqui: pilotos que criem valor, escalar e depois pensar no redesenho completo do processo, em 30 dias. No fundo, é começar a caminhada antes de correr a maratona. Aprender o mais rápido possível o obter resultados em semanas»
«Acima de tudo, muita formação. É fundamental formar os executivos, gestores de primeira linha, segunda linha e os operacionais»
«IA para digitalização? Já não estamos nessa era. A IA é muito mais potente que a mera digitalização de processos. E é quando olhamos através desta lente que conseguimos, de facto, transformar a nossa organização e ter impacto no modelo de negócio, e, acima de tudo, fazer o chamado future proofing: preparar, blindar a minha organização para que continue relevante, trabalhando a par da velocidade da IA regenerativa»
«A IA não espera por ti. A pergunta, portanto, é não é tanto ‘o que é que a IA consegue fazer?’ – é sim olhar para dentro, olhar para o negócio e pensar: ‘que parte do meu negócio pode ser transformada’?»
«Façam esta introspeção, façam o vosso pipeline de apostas de IA ainda para 2026. É preciso arregaçar as mangas, começar a experimentar – é isso que a concorrência está a fazer. A tecnologia está disponível e existem, em Portugal, parceiros bastante capazes. Ficar parado não é opção»