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O desafio transitário e o que as cheias do Nepal nos ensinam sobre resiliência logística
As cheias e inundações no Nepal são um exemplo expressivo de como um fenómeno natural localizado pode rapidamente transformar-se num problema de dimensão nacional e internacional.
Rota do Ártico: a corrida pelo controlo das acessibilidades alternativas já começou
Outro dos trunfos desta rota passa pelo facto de apresentar um ganho de tempo significativo (perto dos 5 dias de poupança) face ao trajeto ferroviário entre a China e a Europa, sendo, nos tempos que correm, uma nova rota alternativa perante um cenário geopolítico cada vez mais imprevisível e instável. E é precisamente nessa configuração geopolítica que esta rota ganha um significado ainda maior que o trunfo logístico: controlada pela Rússia, esta via de navegação será certamente um alavanca política e económica que consolidará ainda mais o bloco antagónico dos EUA: Rússia, China e até Índia.
«Acredito que a China precisa de rotas que os EUA não consigam fechar», prosseguiu a especialista, durante a entrevista ao DN. «Não podemos esquecer o que aconteceu no Canal do Panamá. No Estreito de Ormuz, acabámos de ver recomeçar a campanha de bombardeamentos dos EUA; não sabemos o que acontecerá ao controlo do Estreito de Ormuz. O Canal do Suez: a China está a tentar estabelecer ali uma área de comércio livre, investindo fortemente no Egipto, mas a segurança egípcia depende dos EUA. O Estreito de Malaca: outro ponto importante. A China precisa de rotas alternativas», vincou.
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«O Inglês é crucial no desenvolvimento de uma comunicação sem fronteiras»: não perca tempo, as inscrições terminam a 11 de Setembro.
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